20 de abril de 2011

Vive a vida loca - cap 3 o Anjinho


Capítulo anterior...
Peter: bom irmãzinha sabe que é brincadeira, te amo – a abraço forte. – Garotos, tenho que ir cedo hoje, sabem como meus pais voltam e querem ver seu super filho, se cuidem – todos se despedem com um grande tchau.
A conversa com minha irmã, me deixou louco da cabeça o algo do tipo, porque agora não podia deixar de pensar em Mariana, concerteza na próxima a esqueceria e seria uma das quantas, mas Rochi tinha toda a razão dessa garota que me entusiasmava ao menos porque era diferente das demais, me dei conta que enquanto pensava em todas essas bobeiras,senti um bom pressentimento no coração...
Capítulo de hoje...
Chegaram meus pais em minha casa, e eu me esquecia de tudo, arrumei meu quarto, escondi as bebidas, para que eles se sentissem orgulhosos de mim, como o haviam feito sempre, me penteava como se uma baleia havia passado a língua era um horror. Era uma porcaria para mim fazer todas as palhaçadas que fazia cada vez que eles ficavam em minha casa, bom era a nossa casa, mas estavam sempre viajando, e não tinham tempo para seu único filho, em fim era algo que já havia acostumado que não me angustiava por nada, assim era minha vida.
Maria minha mãe sempre digna, crendo ser a melhor que seu filho e meu pai Juan fisicamente igual a mim, mas um pouco menor.
Maria: Juan Pedro, filho meu não sabe o quanto senti saudades – sempre minha mãe tão irônica, sempre senti que mentia.
Peter: Como vai? Já senti saudades e muito como foi no Japão ou China? – lhe dou um grande abraço sem nenhuma gota de ironia.
Juan: Quantas vezes vou te dizer filho, que respeite sua mãe, vejo que cortou o cabelo – eu apertei sua mão, olhei e apenas ri que era o único que podia fazer.
Peter: e bom pai, eu estava farto do cabelo, o calor insuportável, hoje não irão ver seus amigos mais tarde?
Maria: eles vêm com suas famílias, assim onde está Eva, necessito que comece a preparar a comida e o trago.
Juan: nós iremos nos arrumar, e você prepare a comida – e era a conversa com meus pais.
Peter: sim, em 15min. Estou pronto. – subi as escadas para ir ao meu quarto, as filhas dos cavaleiros eram lindas, e eu tinha que estar com o melhor hálito e podia deixar sair o macho que eu levava dentro de mim, ouvi a porta e desci em um segundo, comprimentei toda a família e a garota loira a deixei por último.
Peter: entrem meus pais já vem, sintam-se em casa.
(X): Obrigado Juan Pedro, você sempre tão amável – me disse o velho da barba larga
Peter: sim, igual já me acostumei – todos riem.
Peter: você quer vir comigo, para conversar um pouco? – olha a garota loira.
(X): sim, pai estarei fora um pouco – disse a garota com atitude.
Peter: e como se chama? – nos sentamos longe, em um banco perto da piscina.
Vale: Valentia e você – me disse com um grande sorriso
Peter: Peter, que idade tem?
Vale: 18 e você
Peter: a mesma idade, está namorando?
Vale: não faz um mês que terminei com meu namorado e você?
Peter: solterinho, eu não gosto muito de compromisso – a olho nos olhos – só se você querer.
Vale: sim quero – nos beijamos.
Peter: quer conhecer um pouco de mim? – a acaricio o rosto.
Vale: não sei, me dá medo.
Peter: você vai gostar, não vai acontecer nada.
Vale: está bem
Peter: bom, me siga – subimos no quarto, a olho e a beijo enquanto entramos no quarto.
Vale: sou nova para isto...
Peter: eu lhe ajudo...
Começamos a nos beijar intensamente e comecei a tirar a roupa, e deitamos na cama, e eu com muito cuidado,porque era a primeira vez da garota.
Peter: está bem? – perguntava,para que a garota se sentia segura.
Vale: Peter, vem alguém.
Peter: ninguém vai poder entrar
Vale: tem certeza?
Peter: claro –a voltei a beijá-la.
Vale: para, parece que vem alguém. – eu não podia fazer nada, parecia que vinha mesmo alguém rapidamente subindo as escadas, não tínhamos nada o que fazer, a maçaneta da porta se movia e eu com uma garota ao meu lado...

CONTINUA...

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